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A Fundação BRASILCAMPEÃO seleciona e prepara pessoas apaixonadas e
conscientes para atuar como mediadores de leitura.
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Fundação Dixtal participa de Fórum Mundial de Educação

Com o tema, A leitura como ferramenta de formação do sujeito, a Instituição foi responsável por palestra no local

De forma alegre e descontraída, com todos os participantes sentados em formato de Roda e um tapete azul escuro ao centro repleto de livros. Foi assim que teve início um gostoso bate-papo sobre leitura e protagonismo. As facilitadoras desta conversa foram Eulália Calixto, coordenadora de Pesquisas e Novas Tecnologias, e Karine Sugimoto, que coordena a área de Desenvolvimento Humano e Organizacional, ambas da Fundação Dixtal.

fme

A temática abordou a proposta de trabalho da Fundação Dixtal na formação de pessoas e a importância em buscar a mudança para uma cultura que valorize o conhecimento contínuo, o fazer juntos e o prazer do desenvolvimento pessoal. “Acreditamos que o ser humano deve estar em constante processo de evolução e aprendizagem”, disse Eulália, parafraseando o educador Paulo Freire.

A maior parte do público era de educadores, como Célia, que leciona há 22 anos pela prefeitura de Diadema. Ela trabalha com crianças de até seis anos e promove atividades rotineiras de leitura. “Ensinamos que tudo que se lê também se escreve”, afirmou a professora. Cristiana também é educadora e trabalha com a mesma faixa etária. “Com eles eu aprendo muito mais do que ensino”.

O objetivo da Fundação Dixtal, no entanto, não é formar leitores. “Queremos despertar o potencial que cada um possui e a consciência coletiva”, disse Eulália. E o que tudo isso tem a ver com a leitura? Para a instituição, ela é entendida como um processo muito mais ampliado que o ato de decodificar. Tanto que Karine complementa: “O mediador é a pessoa que insere o livro por meio da ludicidade, promovendo o prazer na descoberta, no conhecimento”.

A dupla trabalhou, ainda, em cima de outros conceitos, como a catarse e as características do processo de mediação de leitura. “Sempre fazemos o planejamento pensando nas dimensões do ser humano que precisam ser estimuladas, que são física, cognitiva e afetiva”, disse Karine.

E no fim do encontro, as pessoas puderam vivenciar uma Roda, com o livro Até as princesas soltam pum. O momento foi de muitas risadas e de confissões engraçadas. Cada uma escreveu num papel o que gosta de fazer escondido e, em seguida, leram em voz alta o papel do outro (com o autor em sigilo). Vanessa Gomes, por exemplo, pegou a mensagem de alguém que “chupava a língua enquanto enrolava os cabelos”. Efeito: explosão de gargalhadas!

No sábado, 27, a Fundação Dixtal esteve presente novamente no Fórum, distribuindo panfletos e encantando as pessoas para o trabalho voluntário. Cláudia foi uma dessas pessoas. Moradora da zona sul de São Paulo, descobriu que é vizinha da sede da FD. “Fico orgulhosa de ver representantes de nossa região. Isso mostra nossa força e que, realmente, temos algo para mostrar”, disse.

No final do dia e com o ginásio lotado, o Coral Jovem do Bradesco emocionou a platéia cantando Caderno, do Toquinho. Junto a seus alunos adolescentes, uma professora subiu ao palco e leu uma carta sobre a importância da educação.

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